quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Slogan de Fernado Pessoa

"Primeiro estranha-se, depois entranha-se!"

domingo, 5 de outubro de 2008

"Os nossos olhos são diferentes todos os dias."

O que vemos hoje é só e apenas o que queremos ver. O que nos interessa, é o que vemos, ou seja, é só àquilo que nos importa é que valorizamos. O que hoje para nós tem valor, amanhã pode ser algo que nos passe despercebido. Imaginem comigo uma situação explicativa: se trabalharmos para comprar aquele telemóvel que tanto admiramos e ao fim de algum tempo o comprarmos, passaremos daí em diante a vê-lo de modo diferente ao que víamos. Antes olhávamos para ele de um modo ambicioso, desejosos para o ter, e depois de o comprarmos passamos a olhar para outro diferente. “Os nossos gostos são diferentes todos os dias."

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

A corrida fatal

Por entre atalhos e carreiros, corria eu e o meu amigo Carlos, disputando, o primeiro lugar de uma corrida que outrora havíamos apostado. A corrida foi renhida do início ao fim. Mas quem iria ganhar? Eu corria em direcção à meta, Carlos corria na mesma direcção, mas algo inesperado aconteceu… Carlos a escassos metros da meta, caiu inanimado no solo, onde disputáramos a corrida. Mas o que havia eu de fazer? Estavamos a largas centenas de metros de casa, no meio de um pinhal, sós e por nossa conta. Quando peguei no telemóvel, ouvi algo que me dizia:
- Tu és o vencedor da corrida. Olhei para Carlos que me pareceu óptimo e perguntei:
- O que aconteceu? Ao que Carlos me respondeu:
- Tas a gozar comigo ou quê? É claro que cortei a meta antes de ti. Eu desconfiei. Até que convenci Carlos a voltar para casa.
Já em casa tornei a perguntar o que acontecera durante a corrida.
- Nada, eu só caí, mas foi depois de cortar a meta, desequilibrei-me foi apenas isso. Respondeu ele com uma voz alterada. Não ligando à situação e confuso com a sua versão, pensei que estava alucinado. Não muito depois, Carlos interrogou-se:
- Que planeta será aquele? Quando olhei e me deparei com a Lua, questionei-me sobre tal barbaridade. Pensando que estava a troçar, mais uma vez não liguei. Em escassos segundos, pensei em todos os momentos que passáramos juntos. Voltando a mim, algum tempo depois. Ao dirigir-me a ele para lhe contar o que me veio à cabeça, deparo-me com Carlos de novo desmaiado. Chamei a ambulância e fomos para o hospital. Após longos minutos de espera, eis que se dirige a mim um médico. Pediu-me que me acalmasse, pois a situação era grave. Carlos acabara por ter falecido. Carlos havia sofrido um acidente vascular cerebral (AVC). Eu relembrando os episódios suspeitos, senti-me culpado por tal ocorrência. Nunca me desculpando do que lhe acontecera.

terça-feira, 3 de junho de 2008

As 3 frases de Fradique Mendes que melhor retratam Portugal...

"Onde estão os pratos veneraveis do Portugal portuguez, o pato com macarrão do seculo XVIII, a almondega indigesta e divina do tempo das descobertas, ou essa maravilhosa cabidella de frango, petisco dilecto de D. João IV, de que os fidalgos inglezes que vieram ao reino buscar a noica de Carlos II levaram para Londres a surprehendente noticia?"
"Tudo tende á ruina, num paiz de ruinas."
"Lisboa é uma cidade alitteratada afadistada, catifa e conselheiral."

domingo, 1 de junho de 2008

Poema alterado...

Sempre que um lar é o local da riqueza,
E nele se pode sonhar sem oposição,
Não discordes
Das fascinantes alegrias
Que te proporcionei.
Deixa-nos ser dependentes
Assim,
Já tão cofre de mim como de ti.

Encontra-se a felicidade por tanto lutar.
Só a aproveitaremos, enquanto
A nossa união,
Durar.
Contudo a riqueza permanece,
Há orgulho...
Não destruas a vida que nos foi concedida,
Estar de novo sem ti seria
Viver a vida desprovido de qualquer tostão.

sábado, 3 de maio de 2008

A história de um país...

Até acerca de trinta e cinco anos, Portugal atravessava uma época de fome. Os seus habitantes estavam proibidos de criticar ou opinar nas decisões tomadas pelo seu representante. Até que um dia o povo encheu-se de coragem e lutou contra o governo, contra a ditadura, a favor dos seus direitos. Militares e populares tentavam reaver a liberdade que não conheciam à cerca de quatro década. Não durou muito esta revolução, pois o governo mais fragilizado que nunca, não demonstrou resistência á fúria do povo. Povo este que apenas se queria libertar da guerra e da fome. Resultado de uma governação salazarista, muito semelhante ao fascismo presente em muitos locais Europeus. Esta governação provinha de um grande político Português chamado António de Oliveira Salazar.
A partir desse dia, á muito esperado, Portugal deixou de parte os ideais fascistas e tornou a ser um país democrata. Mas apesar de democrata, não deixou de ser um país pobre, uma vez que cada vez mais se espera por mais uma época de fome. Não sei se algum dia Portugal retorna aos dias de glória, de superioridade e de riqueza como aqueles belos dias em que descobrimos o mundo...

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Adolescência inconsciente

Portugal está cada vez mais longe dos parceiros europeus. No que diz respeito à violência este é dos piores. A violência nas escolas também tem vindo a aumentar. O desrespeito a professores é hoje em dia bastante frequente.
Tal como agressões físicas que tem aumentado nos últimos anos.
Qual ou quais os responsáveis por estes actos inconscientes? Serão os professores, os encarregados de educação ou as leis? Hoje em dia quem manda nas escolas são os alunos. Qual o motivo desta troca de autoridades presentes nas escolas? Esta é uma das coisas que não consigo explicar. O que é certo é que as consequências estão visíveis. Espero que Portugal futuramente se compare positivamente à restante Europa.